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maschamba



Sábado, 25.06.11

36 anos

">  "> Assisti uma vez ao arriar da bandeira portuguesa para dar lugar à bandeira de uma nação que nascia. Foi em Timor Leste, em 20 Maio de 2002 e a emoção da cerimónia perdura ainda em mim. Arriou-se a nossa bandeira como um antepassado que parte, deixando a outros o seu legado. Lá longe e estrangeira, invadiu-me uma doce nostalgia por este país – o meu – tão pequeno e tão mal amado. Tocou o nosso hino e, também eu, sim, num nacionalismo bacoco, verti uma lágrima, indiferente ao belicismo da letra. Mas ver hastear a bandeira de uma nação que naquele momento (formalmente) nascia comoveu-me ainda mais, numa enorme alegria de esperança e num sentido de renascer difícil de articular. Multiplicou-se então a minha lágrima em mil.Era ainda miúda quando Moçambique celebrou a sua independência, mas hoje ao ver estas imagens sinto exactamente o que senti em Dili naquele dia de Maio e marejam-me os olhos com igual emoção. Historicamente unidos, soberanamente diferentes e pares em igualdade. Finalmente!AL

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por AL às 11:35



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