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maschamba



Quarta-feira, 07.12.11

O mundo é um jardim

 
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 <a href="&lt;object width=" 400"="400&quot;" height="295" rel="noopener"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=33161098&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=33161098&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=00adef&amp;fullscreen=1&amp;autoplay=0&amp;loop=0" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="400" height="295"></embed>"></a> Ainda mal refeita da indignação que <a href="http://ma-schamba.com/jpt/no-jardim/" rel="noopener">este postal do JPT</a> me despertou, vagueio pela net em busca de algo que me distraia (escapismo puro, sim!) e vou dar a este anúncio que aqui ponho. Lindo!, pensei. Mas depois, talvez virtude de resquícios da indignação que há pouco me assolou, desconsigo não ver nele uma extensão do jardim do JPT. Pertubador sentir o subliminar traduzido com todo o despudor neste pequeno filme. O ritmo partilhado, sugerindo que são mais as coisas que nos unem que as que nos separam; o sentido de aventura espelhado nas picadas e riachos; a conquista do terreno difícil – respiração ofegante da abertura contraposta pelo gesto displiscente do atirar das fotos para o banco do passageiro; os incas os maasai, os maori, os índios (ameríndios, já sei!) em diversos graus do “<em>very typical</em>”. Presume-se que serão os nossos novos amiguinhos. Que iremos fazer ao andarmos por esse mundo fora. Somos nós que até eles vamos, claro, num continuum de espírito colonial. A máquina que até eles nos leva? Esta que aqui se ilustra, dirigida por braço forte e robusto de homem branco, <em>what else</em>? Não nos diz a música afinal quem são os campeões?Não me interpretem mal, não estou a remeter-me para um plano moral mais elevado. Sou tão vítima de falácias como qualquer um; também eu tenho boas intenções mal direccionadas e cegueiras culturais. Vejam lá que eu até gosto do anúncio! Mas hoje, aqui e agora parece-me que o jardim do JPT é bem maior que a esplanada e afinal quem anda com as crianças a reboque pode ser qualquer um de nós. Incluindo eu. Talvez até a gostar e sem dar por isso...AL

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por AL às 21:07


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