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[/caption] Fui passear os olhos pela cidade – da Costa do Sol aos cabarets da Rua Bagamoyo. E então?, perguntam-me, Que tal? Fico meia sem-jeito, sem saber realmente o que dizer. Tudo é novo e tudo me é familiar. Imutável só mesmo o sentido de pertença que me une à cidade. Apesar da mudança e da novidade.Desapareceram casas onde um dia sonhei morar, dando lugar a outras mais a par com os tempos; os jardins estão mais bonitos e arranjados; há esplanadas novas e cheias de gente; as ruas prenhas de bulício e de vida. Chorei o Mercado Central; fui ao Polana comer uma Lily e encerrar uma época; ainda vi algumas acácias em flor e comi as últimas mangas da estação. Está bonita a cidade de cimento.A maior novidade para mim são as tschopelas, que eu adoro e uso sempre que posso. O Toni ou o Mónico conduzem-me pela cidade, falam-me da vida que levam, dos sonhos que descartam ou acendem. Saúdam-me com um sorriso e despedem-se com um “estamos juntos!” costumeiro mas nem por isso menos bonito.AL* tempestade tropical e futura nora da D Dolores; dois em um "pertantes"A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.