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Ensimesmada e nostálgica com a despedida breve de amigos que partiam para terra lusa, apresentei ao caixa o bilhete do estacionamento. Acho que fiquei menos de quinze minutos, digo. Vamos ver já isso mamã. Sorrio com a ternura do mamã e a jovialidade do caixa. Vejo-o meter o bilhete na máquina de leitura. Faz um ar admirado. Mamã, afinal este bilhete diz aqui que tem que pagar; diz que é um beijo. Mas a mamã não se preocupe que este pago eu por si. Atira-me um beijo na ponta dos dedos e abre-me a cancela.Um sorriso e um gesto singelo que me puseram o sol na alma e amenizaram as agruras do resto do dia. Afinal há gestos felizes. Bem haja!AL
Abrem estes versos o poema “Meditação do Duque de Gândia sobre a morte de Isabel de Portugal” de Sophia de Mello Breyner Andresen, um poema belíssimo de amor e perda que termina com um pranteio “Nunca mais servirei senhor que possa morrer”. Veio-me este à memória a propósito do lançamento do novo livro de Manuela Gonzaga, escritora e bloguista, intitulado Imperatriz Isabel de Portugal, cujo lançamento acima se anuncia. Sobre o livro diz Manuela Gonzaga:“... uma grande história de Amor. Amor de Isabel a Portugal, o seu país de origem, que nunca esqueceu. Amor da imperatriz ao seu marido Carlos V, que só terá percebido o quanto amava a sua mulher na hora de a perder. Amor da rainha de Castela aos seus novos reinos. Amor da mãe adorável que Isabel de Portugal soube ser. Irrepreensível a governar, por ausência do rei, Isabel nunca amou o poder. O ceptro, que empunhou com honra e inteligência, pesou-lhe sempre demais.”Aqui fica o convite para quem quiser estar presente no lançamento oficial do livro. Quem não puder ir pode obter mais informações aqui.AL
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